Servidoras municipais defendem pesquisa de mestrado e são homenageadas pela secretaria de Saúde
A Secretaria Municipal de Saúde de Jaciara prestou uma simples e significativa homenagem a duas servidoras que atuam na pasta, pelos bons trabalhos prestados ao município e principalmente pelas últimas conquistas das enfermeiras Mari Rose de Oliveira e Tais Cangani, as quais concluíram pesquisas de mestrado em duas áreas importantes para a Saúde Pública.
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A pesquisa realizada pela enfermeira Mari Rose de Oliveira, em parceria com três universidades - UNIC, UFMT e UNEMAT - foi sobre a Diversidade Genética do Mosquisto Aedes aegypti em mais de 400 exemplares do inseto de diversos municípios do estado, estudo inédito em Mato Grosso para que todos tenham conhecimento e saibam quais são as formas efetivas de se realizar o controle desse vetor.
“O objetivo foi analisar a variabilidade genética nos mosquitos como forma de expandir o conhecimento sobre a espécie para subsidiar medidas de controles ao vetor. Sabemos que ele é o causador de quatro arboviroses, são elas :dengue, zika vírus, chicungunya e a febre amarela. Entendo o perfil genético é onde podemos intervir e indicar formas de tratamentos mais eficazes”, ressaltou Rose.

O Aedes aegypti é um problema de Saúde Pública, em função dessas doenças que ele causa muitas pessoas têm perdido suas vidas. Como forma de buscar meios de prevenção e ofertar mais informações sobre o mosquito foi estudado o perfil genético o que levou suas modificações, efeito fundador, a deriva genética, o valor adaptativo e a especiação alopática.
Já a enfermeira Tais Cangani traçou o perfil sócio-demográfico ambiental e alguns fatores de associação de agrotóxico em trabalhadores rurais com o objetivo de auxiliar na prevenção de possíveis doenças que podem acometer trabalhadores que são expostos agentes carcinogênicos .
“O objetivo da minha pesquisa foi caracterizar o comportamento sócio-demográfico e ambientais, avaliando as características ambientais, o histórico ocupacional e as doenças dos trabalhadores rurais, doenças prévias e que eles foram acometidos na época da pesquisa”, explicou Tais.
Identificar as principais características do grupo, como escolaridade, uso especifico de agrotóxico, tipo de plantações e históricos de doenças desses trabalhadores, tempo de exposição e surgimento de comorbidade.
“Aqui na nossa região sabemos que a economia é a base do agronegócio, nós temos a usina, plantação de cana que utiliza muito agrotóxico, plantações de hortaliças de agricultura familiar que pela nossa pesquisa foi observado que a quantidade de agrotóxico é bem maior que uma plantação grande”, concluiu.
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