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Credibilidade e comprometimento da nova gestão do Coress-MT atrai Rondonópolis ao consórcio

Prefeitos e secretários municipais de Saúde das 19 cidades que formam a Região Sul de Mato Grosso saíram satisfeitos da reunião com o secretário estadual de Saúde, Marco Bertúlio, onde foram apresentadas todas as demandas reprimidas de cirurgias eletivas, exames de alta complexidade e o translado de pacientes em UTI móvel dos respectivos municípios. Uma das novidades anunciadas na reunião é o retorno da cidade de Rondonópolis como membro do Consórcio Regional de Saúde Sul (Coress-MT).

Para o presidente do Coress-MT, Ademir Gaspar de Lima, foi dado um grande avanço com este encontro, sendo a primeira vez que um secretário de estado participa de um encontro com o a diretoria e integrantes do Consórcio Sul, em reunião realizada durante os períodos da manhã e da tarde, na sede do Escritório Regional de Saúde em Rondonópolis.

“Demos um grande avanço, o secretário reservou um dia todo para conhecer as necessidades dos municípios que compõem o Coress-MT, colocando-nos como parceiros diretamente do Estado o que trará benefícios aos nossos cidadãos. Solicitamos uma ambulância UTI e tivemos vários encaminhamentos nesta reunião e na próxima semana reuniremos novamente com o secretário para entregar dados e levantamentos atualizados feitos pela nossa equipe técnica”’, frisa Ademir.

Um dos momentos mais aguardados foi à fala da secretária municipal de Saúde de Rondonópolis, Marildes Ferreira, que aproveitou o encontro para anunciar o retorno da cidade ao Coress-MT. Ela acredita que o consórcio de saúde é primordial tanto para os municípios que hoje estão nele quanto à cidade de Rondonópolis, onde também tem uma grande demanda das cirurgias eletivas, de exames de alta complexidade e um número reduzido de profissionais especializados para atender a todos.   

“Rondonópolis estava de fora do Coress-MT desde da última gestão. Quando o prefeito Percival Muniz assumiu a prefeitura a cidade já não fazia parte, porém hoje eu enxergo o Consórcio Regional de Saúde Sul de maneira diferenciada, mostrando como fazer, o que fazer, porque fazer e a quem atender. Isso passa uma credibilidade muito grande para nós, já que injetaremos recursos de maior parcela, fortalecendo as contas do Coress-MT a um milhão e seiscentos mil reais (R$ 1.600.00,00 mi)”, revela Marildes.

Um dos grandes problemas enfrentados também pelos municípios e que ocupou importante espaço na discussão, foi o translado de pacientes em Unidades Tratamentos Intensivo Móvel (UTI), o qual é de responsabilidade do Governo do Estado, mas acaba que muitos municípios em momentos de urgência são obrigados a contratar o serviço de empresas privadas para levar o paciente a Cuiabá ou à Rondonópolis.

“O serviço de UTI é da alta complexidade e nós precisamos que o governo reassuma os serviços deixados de lado pela gestão passada, nós necessitamos urgente deste suporte o qual será muito importante para salvarmos vidas. Nós queremos assumir nossas responsabilidades e que o Estado também cumpra com suas funções”, esclarece o presidente do Coress-MT.

Já o secretário municipal de Saúde de Jaciara, Edinaldo Fernando de Souza, solicitou ao secretário Marco Bertúlio a revogação da Lei nº 9.870, sancionada em 28 de dezembro de 2012, a qual reduziu o repasse aos municípios do Estado aos municípios em 50%.

“Conversando com o prefeito Ademir sobre esta questão decidimos abordar esta temática para fortalecer o desejo praticamente de todos os municípios de Mato Grosso. O secretário nos garantiu que a Lei será revogada, mas não revelou valores, só adiantou que os municípios serão comunicados sobre a reavaliação da nova tabela”, conclui Edinaldo.

Após o pronunciamento de alguns prefeitos, secretário e da secretária Executiva, Eulice Idalina de Almeida,, o secretário de Saúde, Marco Bertúlio, finalizou o encontro deixando esperançosos os participantes do encontro. Ele solicitou um levantamento que deverá apresentado na próxima semana.

“Pretendemos atender praticamente tudo, mas para isso será feito um direcionamento. Hoje estamos reconhecendo a grande demanda desta região e de outras também. Desta forma a analise deverá ser na esfera estadual para saber como iremos reduzir toda a demanda reprimida existente. Foram apresentadas as necessidades que são de obrigação do Estado que é cuidar de pessoas”, ressalta.

Publicado em 19/03/2015

Fonte: Márcio Fidélis - Ascom Jaciara



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